Teófilo Pires e Ricardo Fagundes voltam aos bons resultados.

Depois de uma desistência muito prematura na edição de 2019, do Rali SICAL e de um resultado menos positivo no 11º rali ilha Graciosa, fruto de problemas mecânicos no Citroen SAXO que normalmente tripulam, a dupla Teófilo Pires e Ricardo Fagundes, voltaram às estradas da Terceira para a 41ª edição do rali ilha Lilás, organizado pelo TAC e o rescaldo, é positivo.

Tivemos que fazer uma reparação sig nificativa ao motor do nosso SAXO, após o rali ilha Graciosa, de forma a podermos estar neste L ilás, com o andamento que nos é habitual e pensamos que valeu a pena -, refere Teófilo Pires, quando questionado sobre o sucedido no rali ilha Graciosa, para o resultado obtido.

De facto, assim foi e a dupla, averbou um tempo dentro do que foi conseguido por viaturas semelhantes, no super especial TERAUTO, que abria as hostilidades da “volta à ilha”.

Já a manhã de sábado, trazia dupla passagem pelo troço do Barro Vermelho, voltando a caravana dos ralis a um emblemático traçado das provas Terceirenses, e também pelo troço São Brás/Belo Jardim. As incertezas atmosféricas, fizeram a dupla do Ramo Grande, entrar com algumas cautelas no primeiro troço, para já na passagem por São Brás, uma falha mecânica os fazer perder algum tempo. A bomba de gasolina deixou de funcionar e pura e simplesmente o carro apagou – se e foi muito difícil voltar a consegui r por o carro a tra balhar novamente – explica Ricardo Fagundes.

Com os problemas resolvidos na primeira passagem pela assistência, num parque de assistência, estruturado de forma muito bem conseguida pela equipa do TAC, no ampliado parque de estacionamento da Praça de Toiros da Ilha Terceira, era tempo de tentar uma recuperação do tempo perdido, ao atacarem as segundas passagens pelos troços da manhã.

Assim, no final da manhã, e para as contas do TRAA (Troféu de Ralis de Asfalto dos Açores), Teófilo Pires e Ricardo Fagundes, terminaram na 14ª posição à geral e em 6º lugar da classe R2.

Após a pausa para almoço, a caravana deslocava-se para as zonas este e norte da ilha, onde se percorriam os 8.56km’s da Serreta e os 11.38km’s dos Altares, também por duas vezes. A bordo do SAXO, o ritmo aumentou o que permitiu no fim da primeira ronda, ascender um lugar na classificação geral do rali. Na 5ª e última secção, a toada não foi diferente e o pequeno carro francês, que corre com as cores da Casa Agrícola Ornelas, Servifune, ECC, Terlubri, Roberto Gonçalves, Carpimovél, Freguesia das Lajes, Silva Peças, Silva e Botelho, Reparações Auto Ramo Grande e Transinsular, conquistou mais dois lugares na classificação final deste rali ilha lilás.

O 18º lugar na classificação geral e o 3º lugar entre as viaturas RC4B (1.6 CC) é um bom resultado, tendo em conta todas as peripécias do rali e os problema s que tivemos na parte da manhã – concluí Teófilo Pires. Já o seu navegador, Ricardo Fagundes, acrescenta que: Foi bom terminar este rali , d e p ois d o q u e n o s a c o n t e c e u n a s últim a s p r o v a s . O s n o s s o s p a t r o cin a d o r e s m e r e c e m is s o , e t e m o s d e lh e s a g r a d e c e r , p o r c o n tin u a r e m a a c r e dit a r n o n o s s o projeto e a nos apoiar. Um muito obrigado também à n ossa equipa de assistência e a todos os amigos que ajudaram para que se resolvessem os problemas que tivemos na parte da manhã .

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